O Tempo: Retrospecto coloca a Seleção Brasileira em BH na Copa de 2014

De O Tempo

Retrospecto põe seleção perto de BH

Espera. Desde 1982, Brasil termina na liderança de seu grupo, o que garantiria um jogo na capital mineira

Canarinho participou oito vezes, em 19 edições, das semifinais do Mundial de futebol

Reprodução de O Tempo

No futebol, os números não garantem, mas mostram os caminhos mais prováveis. E, se depender das estatísticas das Copas do Mundo, Belo Horizonte tem boas chances de receber a seleção brasileira em, pelos menos, um dos jogos do torneio em 2014.

Há muitos pontos de vistas que trazem o time canarinho à cidade para a disputa das oitavas de final. Desde 1982, o Brasil se classifica em primeiro em seus grupos. A última vez que o país terminou a primeira fase fora desse posto foi em 1978, na Argentina.

Em um olhar geral, sem recortes por época, Belo Horizonte tem os números a seu favor. Em 17 das 19 edições do Mundial, houve fases de grupo. Em 13 dessas, o Brasil terminou como líder, ficando fora dessa colocação só em 1930, 1966, 1974 e 1978.

Esses números animam o governador Antonio Anastasia, que esteve em Zurique, anteontem, na cerimônia que divulgou a tabela da Copa 2014.

“Temos o compromisso de fazer de Belo Horizonte a melhor sede para a Copa do Mundo de 2014. Nós todos estamos torcendo para que o Brasil seja o primeiro do seu grupo na Copa do Mundo na fase de classificação, a primeira. Assim, o Brasil jogará duas vezes em Belo Horizonte, nas oitavas e, depois, na semifinal, seguindo o caminho para o hexacampeonato, no Maracanã. Estamos muito felizes”, comentou o governador.

No entanto, para receber esse segundo jogo da seleção brasileira, o mineiro terá que torcer um pouco mais. O time verde-amarelo chegou a essa fase oito vezes em 19 edições. Tirando 1938, quando não havia uma fase de grupos, a seleção brasileira foi líder de suas chaves em todas as outras sete oportunidades em que avançou até as semis.

Festa. E, se depender dos números também, caso a seleção brasileira chegue às semifinais, a probabilidade histórica de festa é maior. O Brasil perdeu apenas uma semifinal em toda a sua história. Foi em 1938, quando caiu para a Itália em um apertado 2 a 1 na França.

Nas outras sete, o país saiu vitorioso. A mais dramática foi a conquista nos pênaltis sobre a Holanda, em 1998, também na França. Depois de empatar em 1 a 1, o Brasil derrotou a Laranja Mecânica por 4 a 2 nas penalidades.

Orçamento
PPA destina R$ 18 bi para mobilidade

Brasília. O relator do Plano Plurianual 2012-2015, senador Walter Pinheiro (PT-BA), entregou ontem a versão preliminar de seu relatório na Comissão Mista de Orçamento, em que mantém o texto original do Executivo e abre prazo para emendas.

O plano reserva R$ 18 bilhões aos projetos de mobilidade urbana para as 12 cidades-sede e prevê a duplicação da capacidade dos principais aeroportos, para que possam receber, juntos, 305 milhões de passageiros por ano.

O senador Pinheiro quer promover os ajustes que assegurem a compatibilidade entre o PPA e a lei orçamentária.

Lei Geral
Alto comando da Fifa vem ao país pressionar

Zurique, Suíça. Numa mostra de que está no limite da paciência com o impasse da Lei Geral da Copa do Mundo de 2014, a Fifa anunciou ontem que, em novembro, enviará ao Brasil seu alto comando para pressionar as autoridades de dois poderes.

Enquanto o presidente da entidade, Joseph Blatter, conversará com a presidente Dilma Rousseff, o secretário geral, Jéròme Valcke, encontrará representantes do Congresso, onde tramita o polêmico pacote legislativo que criou uma série crise na preparação para o torneio.

Um dia após mandar saudação cordial a Dilma durante a cerimônia de anúncio da tabela do Mundial, Blatter adotou um tom bem mais incisivo ontem ao falar da natureza da viagem, em uma entrevista coletiva na sede da Fifa.

“Vou ao Brasil me encontrar com a presidente para que possamos finalizar de uma vez por todas os problemas em relação aos compromissos assumidos pelo Brasil com a Fifa no governo anterior”, disse Joseph Blatter.

Razão. Para o secretário geral, que, no início do mês, havia se reunido com Dilma e Orlando Silva em Bruxelas, o lobby legislativo visa a acelerar as negociações para um problema que a entidade alega estar impedindo uma série de aspectos da organização do Mundial, incluindo as estratégias de venda de ingressos.

24/10/2011

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